Ano produtivo esse de 2010 para nós, fãs de gadgets. Mal adentramos fevereiro e já temos um anúncio de peso da Apple e, ao que tudo indica, veremos em breve a Microsoft dar um grande passo. O Gizmodo, citando o blog espanhol MuyComputer, dá 100% de certeza que, em fevereiro, no Mobile World Congress (em Barcelona), Steve Balmer anunciará o primeiro celular da companhia.
O aparelho vai estar relacionado com o Zune (o tocador de mídia da Microsoft) assim como o iPhone está ao iPod. Ou seja, em uma base de Windows 7, vai rodar o programa do Zune. O processador seria o Tegra, da Nvidia e, segundo a fonte, o aparelho terá saída video out de HDMI.
Eu nunca tive a oportunidade de mexer no Zune, mas fiquei bastante interessado depois de ver o quão bem recebida foi a segunda geração do gadget. Fico positivamente curioso, portanto, em saber o que pode vir deste novo celular. E antes que comecem os clamores de novo iPhone killer, já adianto que certamente não é o caso. Assim como o Zune chegou nem perto da sombra de um iPod, o iPhone pode descansar tranquilamente contra essa nova ameaça. Mas, é bom dizer, a tão criticada Microsoft tem apresentado ideias interessantes e cada vez menos problemáticas. Vamos ver no que dá.
O aparelho vai estar relacionado com o Zune (o tocador de mídia da Microsoft) assim como o iPhone está ao iPod. Ou seja, em uma base de Windows 7, vai rodar o programa do Zune. O processador seria o Tegra, da Nvidia e, segundo a fonte, o aparelho terá saída video out de HDMI.
Eu nunca tive a oportunidade de mexer no Zune, mas fiquei bastante interessado depois de ver o quão bem recebida foi a segunda geração do gadget. Fico positivamente curioso, portanto, em saber o que pode vir deste novo celular. E antes que comecem os clamores de novo iPhone killer, já adianto que certamente não é o caso. Assim como o Zune chegou nem perto da sombra de um iPod, o iPhone pode descansar tranquilamente contra essa nova ameaça. Mas, é bom dizer, a tão criticada Microsoft tem apresentado ideias interessantes e cada vez menos problemáticas. Vamos ver no que dá.